[PRF] Geral

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Mensagem por Admin em Sab Out 06, 2018 12:41 pm




Manuscrito - A História Wingeon
No início das eras, uma enorme guerra foi travada entre os Pokémon, por mera ganância e busca de poder dos humanos que tanto se disseram superiores e melhores do que qualquer outro ser vivo. Os monstrinhos se alastraram tanto com aquilo, que muitas espécies acabaram adoecendo e morrendo em enorme quantidade, o que resultou nas raridades de alguns nos dias atuais. Por muitos anos, a guerra se resumiu nessa busca, travada entre destruições de cidades, aniquilação total de pessoas e até mesmo aqueles Pokémon inocentes que somente queriam viver suas vidas. Vários até mesmo foram escravizados e forçados a trabalhar, o que nos levou a todos esses que chamamos de domésticos.

Tendo isso em mente, um povo natural das regiões montanhosas de Hoenn, denominados por eles mesmos de Draconids, se revoltou e começou a se rebelar contra o “Império” – Referente ao modo de como chamavam aqueles que travavam a disputa – e a partir daí, se iniciou o hábito de cultuar dois dragões tão poderosos quanto os criadores de todo o mundo: Latios e Latias. Dois Pokémon gêmeos, irmãos guerreiros que lutavam pela paz, trazendo consigo o poder do infinito. Dois heróis então foram selecionados. Mary e Azria. As melhores treinadoras entre todo o local, também sendo as únicas a serem aceitas pelos Lendários, que criaram um enorme vínculo entre ambas.

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Então... – Dizia Azria enquanto arrumava o cachecol em seu pescoço. – É hora de irmos. – Continuou agora se virando para a outra jovem, que brincava com as asas de Latios ao escová-lo. Ela não deu muita atenção a ela, mas ainda assim deixou de lado o que fazia e foi até a sua companheira, que a aguardava para então se despedirem de todos da vila. Mary, com seus longos cabelos de tom rosa desbotado e vestimentas um tanto quanto ousadas, logo se aproximou da colega e reclamou de tudo, como sempre fazia.

Tudo bem. – A expressão de raiva típica dela estava à mostra para todos, mas justamente por ser comum, nem mesmo os Pokémon levaram em consideração aquilo. Aos poucos, Latios e Latias alçaram voo e se dirigiram para a vila em uma velocidade extremamente alta, deixando para trás suas companheiras com um som de risos ao ar. Outro comportamento já tolerado por elas era aquele. Comumente, os dragões saiam disputando corridas em meio às atividades, e deixando-as para trás. – Affz. Queria uma carona. – Completou enquanto pegava sua mochila num canto e começava a andar junto de Azria que fazia o mesmo.

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No centro da vila era iniciada a cerimônia. Com uma grande festa de despedida para as duas moças que desbravariam todo esse mundo em busca do fim da guerra, ao mesmo tempo em que recebiam uma benção de Rayquaza.

Para muitos, ver aquela divindade ali presente e sem nenhum motivo para brigar ou algo que sua lenda revelava, era totalmente estranho. Entretanto, o pacto feito entre ele e o povo Draconid o obrigava a dar sua benção para as treinadoras e seus parceiros, pois com seu poder poderiam adquirir mais e mais poder. O real motivo de esse poder ocorrer, ou até mesmo existir, é um dos vários mistérios que vivenciam o mundo, e mesmo assim, todos aceitam de boa fé, pois através dele, conseguiam se tornar fortes o suficiente para ultrapassar seus obstáculos.

E então finalmente chegou a hora, minhas pequenas. – Ironicamente, o ancião era mais baixo do que elas, todavia, este se referia à hierarquia. Com suas mãos trêmulas e gastas pelo tempo, o idoso colocou dois amuletos nos pescoços das beneficiadas. Nos pingentes presentes neles, uma lua e um sol se formava separadamente, contendo uma pedra meramente transparente com um risco azulado e tortuoso ao meio. – Além do poder de nosso Senhor, estes amuletos a ajudarão a sair de perigos, desde que consigam alcançar o coração de Latios e Latias...

§§§

Já havia se passado algumas semanas desde a partida as garotas da vila. Em meio há esse tempo, foram travadas inúmeras batalhas que se resumiram em mais destruição, não por querer, mas por ser preciso. A dor presa no coração, seja dos Pokémon ou humanos, estava tão visível que aparentavam prestes a ceder a qualquer momento. Mas Mary e Azria não passaram nem perto disso, com Latios e Latias a seu lado, conseguiram recrutar algumas dessas criaturas, e com isso montar uma equipe forte o suficiente para vencer. A determinação em sua visão era tudo o que precisavam por ora.

Azria possuía consigo uma equipe formada por: Latias, sua fiel parceira; Dragonite, o dócil dragão guerreiro, tendo características corpulentas e tons amarelados, além das antenas em sua cabeça; e a estrela dos combates, Staraptor, com seu senso de justiça, apresentando grandes asas marrons e pés grandes e fortes o suficiente para quebrar algo. No outro lado, Mary possuía: Latios, o também fiel companheiro; Salamence, o dragão indomável, que apesar do título fazia tudo o que ela dizia por medo; Fearow a ave perfuradora, representada por seu bico esguio e potente, sendo muito mais forte do que uma broca; e por último Pidgeot, bailando nos céus com suas penas coloridas, demonstrando enorme agilidade e manipulação área.

Porém, nem tudo são festas, não é? Em meio à viagem, logo encontraram o lado “vencedor” da guerra, e que ainda assim continuava com tudo que se iniciou nela. A fúrias dos dragões foi tão grande, que quase perderam o controle, se não fosse pelas jovens que os acalmaram em meio a palavras de sentimento puro.

Raviel, o governante do recém-proclamado clã Psycraft, seguia adiante com sua Gardevoir ao lado. Os dois olhavam com nojo as treinadoras que surgiam a sua frente, colocando sua capa a frente do corpo, como se tentasse evitar algum contato maior que o visual.

Vejo que vocês querem briga. – Disse em tom seco. – Pois bem. Ataquem. – Ele levantou um dos braços, e soltou uma pequena esfera ao alto. Aos poucos ela se tornou maior até que se quebrou no ar liberando, em meio a uma energia azulada, outro Pokémon. Gallade é seu nome, sendo uma contrapartida masculina de Gardevoir, assim como Latios e Latias representavam.

Depois disso, a batalha estava travada. Em uma tática esperta, a dupla de garotas lançou o resto de sua equipe para ver o quão poderoso era o inimigo. Para azar delas, Gallade e Gardevoir se separaram e sozinhos derrotaram os dois times em um esforço mínimo.

HA HA HA. – Gritava de longe o velho Raviel. Ele conhecia a força de seus Pokémon e sabia que somente alguns poucos quase sem treinamento não iriam derrubá-los. – Agora parece que só resta esses dois. O que farão? Irão perder eles também. – E mais uma vez soltou sua risada estranha enquanto brincava com um pedaço da capa.

Seguindo aquele ponto, os quatro monstrinhos se engalfinharam em uma disputa de força e ataques maiores e mais potentes. Latios várias vezes utilizou de sua velocidade para conseguir um ataque direto, mas Gallade o derrubava com um golpe de luta simples. Latias já se distanciava e ajudava seu irmão, o cobrindo nos momentos que ele caia, mas Gardevoir em questão de segundos surgia e a bloqueava, também a atacando logo em seguida.

Isso resumiu por alguns minutos a disputa. Nenhum dos lados queria ser derrotado, contudo, precisavam continuar, precisavam vencer, precisavam trazer a paz.

Uma luz surgiu.

Os amuletos se sincronizaram, e se unindo em uma espécie de aura, duas outras pedras foram invocadas entre os corpos dos dragões. Os dois objetos se “fundiram”, e com uma espécie de explosão de luz, o corpo de Latios e Latias que dançavam dentro dela, começaram a mudar. Aos poucos seus braços se tornaram maiores e mais flexíveis, trazendo mais um par de asas átona. Suas asas se unificaram com seus pés, formando dois eixos duplos ao final do corpo, que por fim os deixavam ainda mais rápido.

Se conectar ao coração deles... – Foi repetido em tom de voz baixa por Azria. Aquela pequena fala havia sido a última coisa que o ancião disse diretamente a elas, durante o momento em que receberam os amuletos. O poder maior que tanto precisavam era uma Mega Evolução, algo que até então somente havia sido citado como pertencente ao Rayquaza. Os olhos das meninas se maravilharam com o momento, e logo começaram uma chuva de comandos e sugestões para a batalha.

Os dragões grunhiram como se dissessem “Vão com calma!” e então seguiram novamente a luta. Mais uma vez começaram a lançar cada vez mais ataques. Agora, Gardevoir e Gallade quase não conseguiam acompanhar o ritmo dos dois, que faziam um ótimo uso de sua velocidade com a capacidade psíquica que possuíam, tornando aquela mesma dança da Mega Evolução, sua estratégia para a batalha.

Luster Purge! – Exclamou Mary em um canto.

Mist Ball! – Exclamou Azria do outro.

Com as ordens dos dois movimentos proclamadas, Latios e Latias voaram em extrema velocidade para o céu. Descendo em queda livre, o dragão azul rugiu tão alto que atordoou a todos; da extremidade de sua boca então surgiu uma esfera rosada que rapidamente foi lançada como um raio, tão grande e potente que cobriu por inteiro o corpo de Gallade. O dragão vermelho, enquanto isso caia ao lado de seu companheiro e com um rugido semelhante – Mas não tão alto – ela criou uma esfera que deixava cair algumas penas de energia, e a partir dali, Gardevoir foi absorvida por ela, até que a bola explodisse por completo, atingindo os dois alvos e por fim os derrotando.

§§§

Nos dias atuais...

Já se passou alguns séculos desde a guerra e toda a destruição causada por ela foi restaurada por meio dos vários outros clãs que surgiram após a extinção do povo Draconid. Contudo, ainda se restavam “dois” deles. Akira e Mary, descendentes diretos das treinadoras que foram capazes de parar todo o movimento, e agora os atuais mestres do clã Wingeon, representados pelas lendas do povo que os antecedeu.

Vai ficar ai parado mesmo? – Dizia Mary com expressão de raiva. – Não temos todo o tempo do mundo, sabia? – Continuava enquanto puxava o garoto pelo braço. Como de costume, ela era temperamental e ele perdido em suas ideias, se trancafiando no que vinha a mente. Ambos então correram para o salão principal, onde uma serpente gigantesca os esperavam. A partir daquele momento, seriam eles os responsáveis por manter a paz como os verdadeiros líderes e fundadores do castelo flutuante onde situava o clã, e também o que chamam de lar.

Créditos a Akira' [Criação & Desenvolvimento]
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Re: [PRF] Geral

Mensagem por Admin em Dom Out 14, 2018 10:05 pm

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Re: [PRF] Geral

Mensagem por Admin em Dom Out 14, 2018 10:28 pm

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Re: [PRF] Geral

Mensagem por Admin em Sex Out 19, 2018 11:52 pm

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